The Horrors se originou no começo dos anos 2000, na cidade de Southend, Inglaterra, quando seus interesses em vinis obscuros e discotecagem levaram os membros a se conhecer.
The Horrors é:
Faris Badwan - Vocal
Rhys Webb - Baixo
Joshua Hayward - Guitarra
Tom Cowan - Teclado
Joe Spurgeon - Bateria
Em 2005, Faris Badwan e Rhys Webb conheceram-se no Junk Club, um clube pertencente a cidade de Southend, na Inglaterra. Clube fundado por Rhys Webb e Oliver Abbott, onde várias bandas de diferentes lugares da Inglaterra se apresentavam. Faris Badwan estava lá para apresentação da sua banda The Rotters. Tom Cowan também compareceu e se apresentou. Joshua Hayward era da cidade e amigo de Webb, há anos. Joseph Spurgeon era de uma cidade próxima e também frequentava o clube. Eles costumavam se reunir e conversar sobre música, através de seus interesses em bandas de Garage Rock dos anos 60', New Wave e Post Punk, tais como The Birthday Party e Bauhaus. Numa dessas conversas, decidiram formar uma banda. Duas semanas depois, fizeram o seu primeiro ensaio.
O ensaio constituiu em dois covers: The Witch do The Sonics e Jack the Ripper de Screaming Lord Sutch (fortemente influenciada por versões do The Fuzztones, One-Way Streets e The Gruesomes) - tendo esta útlima sido escolhida como a faixa de abertura do seu álbum de estréia.
A banda fez sua primeira apresentação ao vivo no dia 16 de agosto de 2005, duas semanas após o primeiro ensaio, a apresentação teve lugar no 'The Spread Eagle'. Eles tocaram com uma outra banda, LR Rockets, uma banda de New Wave e Punk Pop. Para Webb, o motivo de se apresentarem pela primeira vez, depois de apenas dois ensaios, era pela grande vontade de sair e tocar. O que eles realmente queriam, era apenas ter uma banda juntos e então tocar o que bem entender e fazer algumas apresentações.
The Horrors chamou a atenção da crítica com o seu single de estréia Sheena Is a Parasite. Com o segundo single lançado, Death At The Chapel, um show em Londres no 100 Club em 2006 e uma aparição na capa da NME, fizeram com que a banda ganhasse ainda mais notoriedade. Como resultado dessa exposição, a banda tocou no NME Awards Indie Rock Tour, no começo de 2007, junto com Mumm-Ra, The View e The Automatic, o que ajudou a consolidar sua notoriedade.
Em 2007, The Horrors lançou seu primeiro álbum de estúdio, Strange House. O disco foi bem recebido pela crítica. Nele, contem as canções Sheena Is A Parasite, presente no primeiro single, e Jack The Ripper, música que a banda trouxe desde o primeiro ensaio. Neste ano, eles foram convidados para se apresentarem em festivais de renomes como Glastonbury e Reading.
Depois de uma turnê bem agitada, a banda entrou em estúdio para começar a gravação do seu segundo disco. Primary Colours, segundo álbum de estúdio do The Horrors, surpreendeu os críticos e a mídia inglesa, com um som que dito pelos críticos, era uma mistura de shoegaze com post-punk. O álbum foi um dos 12 indicados para 'melhor álbum do ano' no Mercury Prize. Primary Colours também foi nomeado o melhor álbum de 2009 pela NME.
Com o grande sucesso de Primary Colours, para o lançamento do seu terceiro álbum, o The Horrors entrou em estúdio com uma grande expectativa da crítica. Contudo, para a gravação, a banda tinha a sua disposição o seu próprio estúdio, o que dava para eles mais liberdade para compor. No decorrer da gravação, o The Horrors sumiu de qualquer veículo de notícia, pouco sabia o que eles planejavam lançar. Após meses em estúdio, o The Horrors lançou o single Still Life, o qual teve o agrado imediato da crítica, dias depois eles viriam a lançar o seu terceiro e último álbum de estúdio até o momento, Skying. Sempre o mais difícil para uma banda depois de ter lançado um álbum de agrado para a crítica, é lançar um outro a altura do anterior, todavia, com o Skying, o The Horrors se saiu muito bem nesse quesito, tendo conseguido entrar definitivamente no mundo mainstream, mas sem perder o status de banda cult.
